Gabarito
P. 18
A.
Período composto por subordinação
Oração subordinada
B.
Substantivas
Adjetivas
Adverbiais
C.
Subjetiva
Objeto direto
Objetiva indireta
Completiva nominal
Predicativo do sujeito
Aposto
D.
Explicativa – é impresso
Restritiva – era interessante
E.
Causa
Condição – ela não se esforçasse
Comparativa
Conformidade – o professor o orientou
Consequência – foi aprovado
Concessão – estivesse cansado
Final – conversássemos
Temporal – anoiteceu
Proporcional – a chuva se intensifica
F.
Não fazer!
G.
Não fazer!
PRATIQUE
1.
a. O candidato confirmou que vencerá as eleições.
Oração Subordinada Substantiva objetiva direta.
b. é necessário que combatamos constantemente o mosquito da dengue.
Oração subordinada substantiva subjetiva
c. Nosso desejo era que a tranquilidade voltasse à escola.
Oração subordinada substantiva predicativa
d. Ele duvidava de que eu tivesse boas intenções.
Oração subordinada substantiva objetiva indireta
e. O professor tinha receio de que os alunos tivessem fraco desempenho na matéria.
Oração subordinada substantiva completiva nominal
f. O professor tinha um único desejo: que os alunos tivessem um bom desempenho.
Oração subordinada substantiva apositiva
2.
a. “quando eu tinha dez anos” – oração subordinada adverbial temporal.
b. “que garotas eram esquisitas”
c. objeto direto e objeto indireto
d. oração subordinada substantiva objetiva direta
e. “de que elas são” – oração subordinada substantiva completiva nominal
f. certeza
3.
a. transitivos diretos
b. notificou: “que um cidadão foi condenado a doze anos de prisão por crime ambiental”
afirmam: “que um animal morto era mesmo avistado naquela ocasião”
alega: “que atirou no animal em legítima defesa”
- orações subordinadas substantivas objetivas diretas
4.
a. “o que (a Oi já faz desde 2007)”
b. esclarecer informação anterior
c. aposto
d. oração subordinada substantiva apositiva
5.
a. “O problema é” – oração principal.
“que seu trajeto anda sempre em linha reta” – oração subordinada substantiva predicativa
b. substantiva predicativa
exerce
sintática
predicativo
6.
a. “que os reis – não podem dar”; “que faz qualquer amador-livre das humanas leis”
b. “o qual ainda escorrega o fantasma da cachorrinha preta”; “onde as situaram as mãos maternas”
c. “cujo nome, por muitas razões, não posso dizer”
7.
a. Os jovens que estão matriculados na escola devem frequentar as aulas assiduamente.
Oração subordinada adjetiva restritiva
b. Os animais que sobrevivem em cativeiro não precisam ser reintegrados ao seu hábitat.
Oração subordinada adjetiva restritiva
c. Os moradores, que vivem em área de risco, precisam abandonar suas casas.
Oração subordinada adjetiva explicativa
8.
Só receberam aumento os funcionários que protestaram, os demais não receberam.
Os funcionários, que protestaram por melhores salários, receberam aumento.
9.
a. Desde que ele partiu, nunca mais o encontrei.
b. Nunca mais o encontrei, porque não tive oportunidade.
c. Quero encontra-lo para que conversemos animadamente.
d. caso não haja esforços, não o encontrarei mais.
e. embora tenha me esforçado, não o encontrei.
10.
a. “como eu fiquei” – oração subordinada adverbial comparativa;
“quando você abandonou seu estúpido avião” – oração subordinada adverbial temporal
b. “que você e seu avião se encharquem!” – oração subordinada substantiva objetiva direta;
“que era o Forte Zinderneuf” – oração subordinada substantiva objetiva direta
11.
a. No primeiro, a conjunção atribui circunstância de condição, e no segundo, de tempo.
12.
“enquanto pensava desesperadamente em algum plano”- oração subordinada adverbial temporal
“como já estava cansado” – oração subordinada adverbial causal
“que tinham invadido a sua mansão” – oração subordinada adjetiva restritiva.
“onde pudesse ordenar seu pensamento” – oração subordinada adjetiva restritiva
13. Não fazer
14. Não fazer
15. Não fazer!
Boa sorte!!!!!!!!!!!!
Precisa de ajuda em língua portuguesa? Veio ao lugar certo! Seja bem-vindo ao Destrava Línguas!
sexta-feira, 9 de março de 2012
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Soletrando II - CFNSA
SOLETRANDO- PALAVRAS II
1. circunscrever
2. existência
3. obséquio
4. definição
5. cisterna
6. obtuso
7. definhar
8. excursão
9. pardieiro
10. jumentice
11. espionagem
12. insolúvel
13. chuchu
14. espeleologia
15. escaramuça
16. triatleta
17. minissaia
18. extravagância
19. claustrofobia
20. subterrâneo
21. superfaturado
22. prescindir
23. aspersão
24. peremptório
25. semiárido
26. escória
27. macroeconomia
28. celuloide
29. sorumbático
30. pechincha
31. hiper – requintado
32. fúcsia
33. genuflexório
34. íngreme
35. realimentar
36. semiconsciente
37. rabugento
38. micro – ônibus
39. ultrassonografia
40. hostil
41. eloquência
42. meiguice
43. expectativa
44. hibridismo
45. álibi
46. anti – higiênico
47. biorritmo
48. sinergia
49. descompostura
50. impávido
51. hermeticamente
52. marmóreo
53. pâncreas
54. autorretrato
55. hiperotimista
56. super – romântico
57. consignação
58. sobre – humano
59. ex – aluno
60. assessorar
61. inter – racial
62. contraindicação
63. onomatopeia
64. antevéspera
65. subalugar
66. hiperinflação
67. alcachofra
68. paraquedas
69. para – choque
70. supersticioso
71. reincidente
72. ampulheta
73. excepcional
74. comensal
75. sequela
76. subversão
77. auriverde
78. malpassado
79. esferográfica
80. lisonja
81. absorto
82. desvantagem
83. fragrância
84. paupérrimo
85. faxineira
86. audiovisual
87. ajeitar
88. semianalfabeto
89. utensílio
90. viuvez
91. ressarcir
92. aeroespacial
93. anteprojeto
94. inserção
95. alcateia
96. autoestrada
97. antissocial
98. contrassenso
99. presságio
100. crucifixo
101. empecilho
102. perdiz
103. fricção
104. inconsútil
105. luxuosíssimo
106. laxante
107. escarcéu
108. analisar
109. reerguer
110. órfão
111. intoxicação
112. pisca – pisca
113. paralisar
114. jejum
115. potássio
116. genocídio
117. viageiro
118. turquesa
119. ojeriza
120. fraseologia
121. particípio
122. presumir
123. mini – igreja
124. selvageria
125. atrás
126. admoestação
127. obra – prima
128. captar
129. chaleira
130. insistência
131. míope
132. espargir
133. imprescindível
134. exímio
135. circense
136. desperdício
137. ornitólogo
138. celebrizar
139. broche
140. hidrogeologia
141. carapuça
142. bílis
143. recenseamento
144. cinismo
145. desestabilizar
146. frontispício
147. enxoval
148. pretensioso
149. negligência
150. comissão
1. circunscrever
2. existência
3. obséquio
4. definição
5. cisterna
6. obtuso
7. definhar
8. excursão
9. pardieiro
10. jumentice
11. espionagem
12. insolúvel
13. chuchu
14. espeleologia
15. escaramuça
16. triatleta
17. minissaia
18. extravagância
19. claustrofobia
20. subterrâneo
21. superfaturado
22. prescindir
23. aspersão
24. peremptório
25. semiárido
26. escória
27. macroeconomia
28. celuloide
29. sorumbático
30. pechincha
31. hiper – requintado
32. fúcsia
33. genuflexório
34. íngreme
35. realimentar
36. semiconsciente
37. rabugento
38. micro – ônibus
39. ultrassonografia
40. hostil
41. eloquência
42. meiguice
43. expectativa
44. hibridismo
45. álibi
46. anti – higiênico
47. biorritmo
48. sinergia
49. descompostura
50. impávido
51. hermeticamente
52. marmóreo
53. pâncreas
54. autorretrato
55. hiperotimista
56. super – romântico
57. consignação
58. sobre – humano
59. ex – aluno
60. assessorar
61. inter – racial
62. contraindicação
63. onomatopeia
64. antevéspera
65. subalugar
66. hiperinflação
67. alcachofra
68. paraquedas
69. para – choque
70. supersticioso
71. reincidente
72. ampulheta
73. excepcional
74. comensal
75. sequela
76. subversão
77. auriverde
78. malpassado
79. esferográfica
80. lisonja
81. absorto
82. desvantagem
83. fragrância
84. paupérrimo
85. faxineira
86. audiovisual
87. ajeitar
88. semianalfabeto
89. utensílio
90. viuvez
91. ressarcir
92. aeroespacial
93. anteprojeto
94. inserção
95. alcateia
96. autoestrada
97. antissocial
98. contrassenso
99. presságio
100. crucifixo
101. empecilho
102. perdiz
103. fricção
104. inconsútil
105. luxuosíssimo
106. laxante
107. escarcéu
108. analisar
109. reerguer
110. órfão
111. intoxicação
112. pisca – pisca
113. paralisar
114. jejum
115. potássio
116. genocídio
117. viageiro
118. turquesa
119. ojeriza
120. fraseologia
121. particípio
122. presumir
123. mini – igreja
124. selvageria
125. atrás
126. admoestação
127. obra – prima
128. captar
129. chaleira
130. insistência
131. míope
132. espargir
133. imprescindível
134. exímio
135. circense
136. desperdício
137. ornitólogo
138. celebrizar
139. broche
140. hidrogeologia
141. carapuça
142. bílis
143. recenseamento
144. cinismo
145. desestabilizar
146. frontispício
147. enxoval
148. pretensioso
149. negligência
150. comissão
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Como uma vírgula acabou com um namoro no dia dos namorados...
Conta-se que, em Palmeirinha do Vale, cidade de dezessete mil viventes, que se situa perto de Santana do Arrebol do Oeste, havia uma professora de português, extremamente rígida, de nome Austeresa de Jesus. Ela era de tal modo rigorosa para com os alunos que estes temiam encontrá-la mesmo no dia a dia, na praça central, na mercearia, na farmácia.
Dizem que ela interpelava seus pequenos educandos, estivessem onde estivessem, sobre as mais variadas regras gramaticais. Ai de quem não soubesse a resposta: ela sacava seu caderninho rosa, anotava o nome da vítima, a pergunta que lhe fizera, a resposta dada --ou a falta dela-- e o quanto valia relativamente à nota escolar.
Dependendo do grau de dificuldade da pergunta, ela diminuía 0,1, 0,2 ou 0,5 da nota que o aluno tirasse na prova seguinte. Era um suplício para as pobres crianças palmeirinhenses.
Quando Austeresa era jovem, enamorou-se de um belo rapaz, também professor de português, de nome Telos Alonso. Ele, porém, não tinha a mesma capacidade intelectiva dela nem a mesma habilidade em sala de aula nem a mesma rigidez. Era um moleirão a bem dizer, que nem gostava muito de estudos aprofundados. As maldizentes até comentavam que ele não era homem para uma mulher como Austezinha, como a chamavam carinhosamente.
O namoro entre eles durou exatamente onze meses e vinte e sete dias. O estopim para o término do relacionamento foi um cartão que ele lhe mandara no dia dos namorados em que escrevera "Para a minha namorada Austereza de Jesus". Ao ler esses dizeres, quase teve uma síncope; chegou a perder o juízo. Pegou de uma caneta e imediatamente escreveu-lhe uma pequena carta, em que dizia:
"Telos Alonso, é de conhecimento geral em Palmeirinha que tolero os maiores sofrimentos, que suporto as maiores provações. É, no entanto, também comentário corrente que há duas situações que jamais enfrentarei: traição e erro gramatical. E você, meu ex-amado, acabou de cometer ambos: você, professor de português, sabe muito bem que os nomes próprios femininos formados pela posposição do sufixo -esa ao radical se escrevem com S, não com Z.
Como meu namorado há quase um ano ainda erra meu nome, trocando letras? Não me importo tanto pelo erro de meu nome, mas importo-me --e muito-- com o trocar letras. Poderia ter-me chamado de Austerise; não me atenazaria tanto, pois teria usado as letras adequadas: nomes femininos terminados em -ise se escrevem com S, como Denise e Anelise; mas ignorar que se escrevem com -ês e -esa nomes de pessoas, como Inês, Teresa e o meu, logicamente, Austeresa, adjetivos pátrios, como português e portuguesa, e títulos sociais ou nobiliárquicos, como camponês e camponesa, marquês e marquesa e ainda princesa, a maneira como me tratava, é demais para mim.
Fico agora a pensar: cada vez que me chamava de princesa, sua mente produzia princeza? Não. É demais para mim. Não suporto tal provação. E a traição? Como a descobri? Você mesmo se delatou: '...minha namorada Austereza'. Assim escreveu você; sem vírgula. Assim escolheu me mostrar que tem outra namorada. Não teve coragem de me contar pessoalmente, contou-me por subterfúgio, e eu entendi.
Ao não colocar vírgula entre meu nome e o substantivo que ele especifica, mostrou-me que não sou a única. Se o fosse, ter-me-ia escrito '...minha namorada, Austeresa', com vírgula. Muito perspicaz foi você, dar-me a conhecer uma situação por meios gramaticais: substantivo próprio que especifica substantivo comum, sem vírgula entre eles, restringe, ou seja, há mais de um: 'Professora Austeresa', sem vírgula, pois não sou a única professora, há muitas; mas substantivo próprio que especifica substantivo comum, com vírgula entre eles, explica, ou seja, só há um: '...minha namorada, Austeresa', com vírgula; eu seria a única, mas não o sou; sei-o agora.
Aliás, nem me importo mais com o namoro. Mesmo não havendo a traição, não quero mais tê-lo como namorado, pois dois erros de português em uma única frase cometidos por um 'professor de português' é demais para mim. Adeus."
Nota do autor: Isto nem Austeresa atinou: o substantivo telo, na cidade de Beira, em Moçambique, é usado como sinônimo de jumento; e alonso, em uso informal, significa parvo, tolo, pateta
Dizem que ela interpelava seus pequenos educandos, estivessem onde estivessem, sobre as mais variadas regras gramaticais. Ai de quem não soubesse a resposta: ela sacava seu caderninho rosa, anotava o nome da vítima, a pergunta que lhe fizera, a resposta dada --ou a falta dela-- e o quanto valia relativamente à nota escolar.
Dependendo do grau de dificuldade da pergunta, ela diminuía 0,1, 0,2 ou 0,5 da nota que o aluno tirasse na prova seguinte. Era um suplício para as pobres crianças palmeirinhenses.
Quando Austeresa era jovem, enamorou-se de um belo rapaz, também professor de português, de nome Telos Alonso. Ele, porém, não tinha a mesma capacidade intelectiva dela nem a mesma habilidade em sala de aula nem a mesma rigidez. Era um moleirão a bem dizer, que nem gostava muito de estudos aprofundados. As maldizentes até comentavam que ele não era homem para uma mulher como Austezinha, como a chamavam carinhosamente.
O namoro entre eles durou exatamente onze meses e vinte e sete dias. O estopim para o término do relacionamento foi um cartão que ele lhe mandara no dia dos namorados em que escrevera "Para a minha namorada Austereza de Jesus". Ao ler esses dizeres, quase teve uma síncope; chegou a perder o juízo. Pegou de uma caneta e imediatamente escreveu-lhe uma pequena carta, em que dizia:
"Telos Alonso, é de conhecimento geral em Palmeirinha que tolero os maiores sofrimentos, que suporto as maiores provações. É, no entanto, também comentário corrente que há duas situações que jamais enfrentarei: traição e erro gramatical. E você, meu ex-amado, acabou de cometer ambos: você, professor de português, sabe muito bem que os nomes próprios femininos formados pela posposição do sufixo -esa ao radical se escrevem com S, não com Z.
Como meu namorado há quase um ano ainda erra meu nome, trocando letras? Não me importo tanto pelo erro de meu nome, mas importo-me --e muito-- com o trocar letras. Poderia ter-me chamado de Austerise; não me atenazaria tanto, pois teria usado as letras adequadas: nomes femininos terminados em -ise se escrevem com S, como Denise e Anelise; mas ignorar que se escrevem com -ês e -esa nomes de pessoas, como Inês, Teresa e o meu, logicamente, Austeresa, adjetivos pátrios, como português e portuguesa, e títulos sociais ou nobiliárquicos, como camponês e camponesa, marquês e marquesa e ainda princesa, a maneira como me tratava, é demais para mim.
Fico agora a pensar: cada vez que me chamava de princesa, sua mente produzia princeza? Não. É demais para mim. Não suporto tal provação. E a traição? Como a descobri? Você mesmo se delatou: '...minha namorada Austereza'. Assim escreveu você; sem vírgula. Assim escolheu me mostrar que tem outra namorada. Não teve coragem de me contar pessoalmente, contou-me por subterfúgio, e eu entendi.
Ao não colocar vírgula entre meu nome e o substantivo que ele especifica, mostrou-me que não sou a única. Se o fosse, ter-me-ia escrito '...minha namorada, Austeresa', com vírgula. Muito perspicaz foi você, dar-me a conhecer uma situação por meios gramaticais: substantivo próprio que especifica substantivo comum, sem vírgula entre eles, restringe, ou seja, há mais de um: 'Professora Austeresa', sem vírgula, pois não sou a única professora, há muitas; mas substantivo próprio que especifica substantivo comum, com vírgula entre eles, explica, ou seja, só há um: '...minha namorada, Austeresa', com vírgula; eu seria a única, mas não o sou; sei-o agora.
Aliás, nem me importo mais com o namoro. Mesmo não havendo a traição, não quero mais tê-lo como namorado, pois dois erros de português em uma única frase cometidos por um 'professor de português' é demais para mim. Adeus."
Nota do autor: Isto nem Austeresa atinou: o substantivo telo, na cidade de Beira, em Moçambique, é usado como sinônimo de jumento; e alonso, em uso informal, significa parvo, tolo, pateta
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Complicado???
35T3 P3QU3N0 T3XT0 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R C0M0 N0554 C4B3Ç4 C0NS3GU3 F4Z3R C01545 1MPR35510N4ANT35! R3P4R3 N155O! N0 C0M3Ç0 35T4V4 M310 C0MPL1C4D0, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO 0 C0D1GO QU453 4UT0M4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1T0, C3RT0? P0D3 F1C4R B3M 0RGULH050 D1550! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3 P4R4B3NS!!!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Baú de Brinquedos
Hoje decidimos arrumar os baús de brinquedos...As crianças estavam alegres e diziam que já não queriam uma porção deles.
Examinamos cada um, pensamos e relembramos os momentos em que eles chegaram até nós e as diversas vezes em que nos fizeram felizes...
Como mãe, percebo que esse dia fará parte de mais uma lembrança que guardarei...e como educadora, percebo a imensa importância do gesto que tentamos reproduzir, pois plantamos uma possível atitude de moral e caráter que espero florir muitas vezes no decorrer da vidinha dos meus filhos.
Depois de selecionar os brinquedos, confesso que alguns deles retornei aos baús...eles tinham mais significado pra mim, do que poderia imaginar e por isso ainda não consegui me desgrudar – tenho mesmo muito a aprender com meus pequenos...rs.
O fato é...após ensacá-los e levá-los até a garagem, senti-me aliviada; o quarto parecia mais leve, maior, mais expressivo.
Inacreditável...mas, minutos depois, uma senhora envelhecida pela força do sofrimento, pediu-me roupas e brinquedos. Suspirei aliviada pois, definitivamente libertaria minha casa daquela bagunça...enchemos, então, o seu carrinho...e com um grande sorriso, ela virou-se para Giovanna e disse que era lindo o seu gesto de colocar suas bonecas nas mãos de uma desconhecida. O Felipe, como sempre, já ofereceu sua pequena bicicletinha...rs
Enquanto fechava os portões, percebi que os olhos da Giovanna transbordavam de lágrimas, então perguntei:
- Gi, você está chorando, minha filha? – Nesse momento, meu coração já havia se partido pela possibilidade do arrependimento...
-Não, mãe! Entrou um “chuvisco” no meu olho...
Examinamos cada um, pensamos e relembramos os momentos em que eles chegaram até nós e as diversas vezes em que nos fizeram felizes...
Como mãe, percebo que esse dia fará parte de mais uma lembrança que guardarei...e como educadora, percebo a imensa importância do gesto que tentamos reproduzir, pois plantamos uma possível atitude de moral e caráter que espero florir muitas vezes no decorrer da vidinha dos meus filhos.
Depois de selecionar os brinquedos, confesso que alguns deles retornei aos baús...eles tinham mais significado pra mim, do que poderia imaginar e por isso ainda não consegui me desgrudar – tenho mesmo muito a aprender com meus pequenos...rs.
O fato é...após ensacá-los e levá-los até a garagem, senti-me aliviada; o quarto parecia mais leve, maior, mais expressivo.
Inacreditável...mas, minutos depois, uma senhora envelhecida pela força do sofrimento, pediu-me roupas e brinquedos. Suspirei aliviada pois, definitivamente libertaria minha casa daquela bagunça...enchemos, então, o seu carrinho...e com um grande sorriso, ela virou-se para Giovanna e disse que era lindo o seu gesto de colocar suas bonecas nas mãos de uma desconhecida. O Felipe, como sempre, já ofereceu sua pequena bicicletinha...rs
Enquanto fechava os portões, percebi que os olhos da Giovanna transbordavam de lágrimas, então perguntei:
- Gi, você está chorando, minha filha? – Nesse momento, meu coração já havia se partido pela possibilidade do arrependimento...
-Não, mãe! Entrou um “chuvisco” no meu olho...
sábado, 23 de abril de 2011
Para eu ou Para mim?
Em determinadas circunstâncias, você já esteve submetido a questionamentos desta natureza? Se sim, não se preocupe – nada mais natural! Expressões tão corriqueiras, mas que ao mesmo tempo funcionam como verdadeiros entraves para muitos usuários da língua.
Semelhantemente a outras ocorrências linguísticas, estas também estão condicionadas a determinadas regras, em se tratando de suas reais situações de uso. Portanto, algumas considerações se encontram evidenciadas a seguir, subsidiadas nos seguintes enunciados:
"As notas foram entregues a mim."
"Esta pesquisa é para eu fazer."
Analisando a predicação do verbo entregar, constatamos que este se revela como transitivo indireto, pois sempre entregamos algo a alguém. Portanto, o pronome oblíquo “mim” funciona como complemento deste – ora representando o objeto indireto.
Já no segundo exemplo, o pronome pessoal do caso reto (eu) funciona como sujeito da oração. Eis que devemos sempre empregá-lo quando um verbo, conjugado no infinitivo, o preceder. Como nos demonstram os exemplos a seguir:
"Todos estes projetos são para eu executar."
Percebemos que o pronome (ocupando a posição de sujeito) é quem executa a ação.
Analisemos outro caso, a título de uma melhor compreensão:
"Para mim, viajar nestas férias não faz a menor diferença."
Parece haver informações contraditórias, se depois da referida expressão há um verbo no infinitivo!
Absolutamente! O fato é que neste caso, como a expressão em pauta se encontra demarcada por um sinal de pontuação, entende–se que esteja isolada do contexto, pois o correto seria que estivesse no meio ou no final. Revelada por:
"Viajar nestas férias não faz a menor diferença para mim."
Neste caso, sua função seria a de objeto indireto.
Semelhantemente a outras ocorrências linguísticas, estas também estão condicionadas a determinadas regras, em se tratando de suas reais situações de uso. Portanto, algumas considerações se encontram evidenciadas a seguir, subsidiadas nos seguintes enunciados:
"As notas foram entregues a mim."
"Esta pesquisa é para eu fazer."
Analisando a predicação do verbo entregar, constatamos que este se revela como transitivo indireto, pois sempre entregamos algo a alguém. Portanto, o pronome oblíquo “mim” funciona como complemento deste – ora representando o objeto indireto.
Já no segundo exemplo, o pronome pessoal do caso reto (eu) funciona como sujeito da oração. Eis que devemos sempre empregá-lo quando um verbo, conjugado no infinitivo, o preceder. Como nos demonstram os exemplos a seguir:
"Todos estes projetos são para eu executar."
Percebemos que o pronome (ocupando a posição de sujeito) é quem executa a ação.
Analisemos outro caso, a título de uma melhor compreensão:
"Para mim, viajar nestas férias não faz a menor diferença."
Parece haver informações contraditórias, se depois da referida expressão há um verbo no infinitivo!
Absolutamente! O fato é que neste caso, como a expressão em pauta se encontra demarcada por um sinal de pontuação, entende–se que esteja isolada do contexto, pois o correto seria que estivesse no meio ou no final. Revelada por:
"Viajar nestas férias não faz a menor diferença para mim."
Neste caso, sua função seria a de objeto indireto.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
DICAS PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA BOA REDAÇÃO
Toda redação deve ter início, meio e fim, que são designados por introdução, desenvolvimento e conclusão, respectivamente. Em um
texto dissertativo-argumentativo, as ideias, apresentadas com brevidade na introdução, distribuem-se e ampliam-se de forma lógica nos
parágrafos do desenvolvimento, sem haver fragmentação da mesma ideia em vários parágrafos. A conclusão deve apresentar proposta de
intervenção para o assunto abordado. O texto deve ser sempre bem claro, conciso e objetivo.
A coerência é um aspecto de grande importância para a eficiência de uma dissertação, pois não deve haver pormenores excessivos ou
explicações desnecessárias. Todas as ideias apresentadas devem ser relevantes para o tema proposto e relacionadas diretamente a ele. A
originalidade demonstra sua segurança e faz um diferencial em meio aos demais textos. Só não se pode, em aspecto nenhum, abandonar o
tema proposto.
Elementos de coesão: Algumas palavras e expressões facilitam a ligação entre as ideias, estejam elas num mesmo parágrafo ou não. Não é
obrigatório, entretanto, o emprego destas expressões para que um texto tenha qualidade. Seguem algumas sugestões e suas respectivas relações:
assim, desse modo – têm valor exemplificativo e complementar. A sequência introduzida por eles serve normalmente para explicitar,
confirmar e complementar o que se disse anteriormente.
ainda – serve, entre outras coisas, para introduzir mais um argumento a favor de determinada conclusão; ou para incluir um elemento a
mais dentro de um conjunto de ideias qualquer.
aliás, além do mais, além de tudo, além disso – introduzem um argumento decisivo, apresentado como acréscimo. Pode ser usado
para dar um “golpe final” num argumento contrário.
mas, porém, todavia, contudo, entretanto... (conj. adversativas) – marcam oposição entre dois enunciados.
embora, ainda que, mesmo que – servem para admitir um dado contrário para depois negar seu valor de argumento, diminuir sua
importância. Trata-se de um recurso dissertativo muito bom, pois sem negar as possíveis objeções, afirma-se um ponto de vista contrário.
este, esse, aquele – são chamados termos anafóricos e podem fazer referência a termos anteriormente expressos, inclusive para
estabelecer semelhanças e/ou diferenças entre eles.
A base de uma dissertação é a fundamentação de seu ponto de vista, sua opinião sobre o assunto. Para tanto, deve-se atentar para as
relações de causa-consequência e pontos favoráveis e desfavoráveis, muito usadas nesse processo.
Algumas expressões indicadoras de causa e consequência:
causa: por causa de, graças a, em virtude de, em vista de, devido a, por motivo de...
consequência: consequentemente, em decorrência, como resultado, efeito de...
Obs.: Algumas expressões que podem ser usadas para abordar temas com divergência de opiniões: em contrapartida, se por um lado... /
por outro... ; enquanto uns afirmam... outros dizem que...
Toda redação deve ter início, meio e fim, que são designados por introdução, desenvolvimento e conclusão, respectivamente. Em um
texto dissertativo-argumentativo, as ideias, apresentadas com brevidade na introdução, distribuem-se e ampliam-se de forma lógica nos
parágrafos do desenvolvimento, sem haver fragmentação da mesma ideia em vários parágrafos. A conclusão deve apresentar proposta de
intervenção para o assunto abordado. O texto deve ser sempre bem claro, conciso e objetivo.
A coerência é um aspecto de grande importância para a eficiência de uma dissertação, pois não deve haver pormenores excessivos ou
explicações desnecessárias. Todas as ideias apresentadas devem ser relevantes para o tema proposto e relacionadas diretamente a ele. A
originalidade demonstra sua segurança e faz um diferencial em meio aos demais textos. Só não se pode, em aspecto nenhum, abandonar o
tema proposto.
Elementos de coesão: Algumas palavras e expressões facilitam a ligação entre as ideias, estejam elas num mesmo parágrafo ou não. Não é
obrigatório, entretanto, o emprego destas expressões para que um texto tenha qualidade. Seguem algumas sugestões e suas respectivas relações:
assim, desse modo – têm valor exemplificativo e complementar. A sequência introduzida por eles serve normalmente para explicitar,
confirmar e complementar o que se disse anteriormente.
ainda – serve, entre outras coisas, para introduzir mais um argumento a favor de determinada conclusão; ou para incluir um elemento a
mais dentro de um conjunto de ideias qualquer.
aliás, além do mais, além de tudo, além disso – introduzem um argumento decisivo, apresentado como acréscimo. Pode ser usado
para dar um “golpe final” num argumento contrário.
mas, porém, todavia, contudo, entretanto... (conj. adversativas) – marcam oposição entre dois enunciados.
embora, ainda que, mesmo que – servem para admitir um dado contrário para depois negar seu valor de argumento, diminuir sua
importância. Trata-se de um recurso dissertativo muito bom, pois sem negar as possíveis objeções, afirma-se um ponto de vista contrário.
este, esse, aquele – são chamados termos anafóricos e podem fazer referência a termos anteriormente expressos, inclusive para
estabelecer semelhanças e/ou diferenças entre eles.
A base de uma dissertação é a fundamentação de seu ponto de vista, sua opinião sobre o assunto. Para tanto, deve-se atentar para as
relações de causa-consequência e pontos favoráveis e desfavoráveis, muito usadas nesse processo.
Algumas expressões indicadoras de causa e consequência:
causa: por causa de, graças a, em virtude de, em vista de, devido a, por motivo de...
consequência: consequentemente, em decorrência, como resultado, efeito de...
Obs.: Algumas expressões que podem ser usadas para abordar temas com divergência de opiniões: em contrapartida, se por um lado... /
por outro... ; enquanto uns afirmam... outros dizem que...
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